quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

O profissional que as empresas querem

O que as empresas buscam na hora da contratação? A VOCÊ S/A fez um levantamento com as 30 companhias classificadas neste guia para descobrir o que elas mais valorizam quando recrutam um jovem profissional. Sete em cada dez afirmam que vão expandir os negócios ao longo de 2011. Essa condição, de rápido crescimento, impacta diretamente o perfil de quem estão contratando agora.
"Queremos pessoas com visão empreendedora, dinâmicas e com espírito inovador", diz Sandro Bassili, vice-presidente de gente e gestão da Ambev, que este ano deve investir 2,5 bilhões de reais em novas fábricas, centros de distribuição e atualização das unidades atuais. Ao contrário do que se imagina, as companhias não dão tanta importância a cursos de pós-graduação ou MBA no currículo de quem está começando.
A ansiedade para conquistar o emprego dos sonhos é tanta que muitos jovens se matriculam em cursos desse tipo assim que deixam a faculdade, achando que valorizará seu passe. "Isso só faz sentido depois de alguns anos de carreira, quando aumentam as exigências de gestão", afirma Armando Bordallo, diretor de RH da Ernst & Young Terco.
No entanto, ter uma bagagem, por sua vez, é uma característica bem valorizada. Ou seja, conta o conhecimento ganho no dia a dia. "O candidato não precisa de MBA nem de experiência internacional. Preferimos formar aqui", diz Sandro, da Ambev.
Se você busca um projeto de carreira bacana, conheça as principais competências e qualificações desejadas pelas melhores empresas. Fica mais fácil se preparar para trabalhar em uma delas.
 
HABILIDADES COMPORTAMENTAIS
Quais são as 5 principais competências que sua empresa busca ou vai buscar nos jovens profissionais?
  
CAPACITAÇÃO
Quais são os principais aspectos que um jovem profissional precisa ter para trabalhar na sua empresa?
 Fonte:   Voce S.A

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

12 coisas que seu treinador gostaria que você soubesse

Quem inicia a malhação, além da bolsa da academia, costuma carregar uma bagagem de mitos ou informações erradas.   No mundo ideal, certamente os treinadores gostariam que cada aluno já chegasse à academia sabendo algumas coisas básicas sobre atividade física.
1. Treinar em jejum não ajuda a emagrecer. “É um erro clássico. Quando você fica horas sem comer, cai o nível de "combustível" (ele se chama glicogênio) necessário para manter o corpo funcionando. Se estiver em baixa, será extraído dos músculos, provocando perda de massa muscular e fraqueza”, explica o professor de educação física Carlos Henrique Augusto, supervisor técnico da Run For Win Assessoria Esportiva, de São Paulo. Além disso, a fome em conjunto com a exaustão pode levar a tonturas e desmaios. Leia também: Energia para o exercício
2. Milagres não acontecem: você não resolve em pouco tempo o que levou anos para acumular. “Se você esteve muito tempo parado, não adianta voltar querendo malhar todos os dias. Não dá para querer compensar o tempo perdido. É necessário descansar entre um treino e outro. Quem não respeita isso e está fora de forma, pode acabar se lesionando e parando por um tempo ainda maior”, alerta o treinador e atleta Nelson Evêncio, presidente da Associação de Treinadores de Corrida de Rua de São Paulo (ATC-São Paulo).
A busca pelo resultado rápido não é saudável. “É comum ver gente fazendo um esforço fenomenal para atingir determinado objetivo e não conseguir manter o que foi conquistado depois. A mudança deve ser gradual”, orienta o personal trainer e fisiologista Givanildo Matias, diretor da rede Test Trainer, de São Paulo. Leia também: Overtraining: o excesso que faz mal à saúde
3. Correr de moletom para queimar mais calorias não adianta nada. Você não queima gordura, apenas perde líquido. O excesso de roupa só prejudica a malhação, já que traz desconforto em função da alta temperatura, tornando o treino menos eficiente. “Perder líquido em excesso durante o treino é submeter-se às consequências da desidratação e ainda não obter o resultado esperado”, diz o treinador da Run for Win. Leia também: Com que roupa eu vou?
4. Correr na esteira não é correr. “É praticamente saltar no lugar, com a esteira rodando sob os pés. Correr significa empurrar o peso do seu corpo para frente. E para isso os músculos da parte posterior da coxa e glúteos fazem um grande esforço”, diz o personal trainer Carlos Klein, da equipe Movimente-se, de São Paulo. Segundo ele, na esteira isso não acontece, pois o equipamento faz o trabalho de empurrar o pé para trás, economizando energia para os músculos. “Se quer realmente correr, vá para a rua, o parque ou a praia”, sugere. Leia também: Correr na esteira favorece a musculação
5. Aquecimento na esteira não prepara o corpo para o treino de musculação. De acordo com Klein, o ideal é fazer um alongamento dinâmico, com movimentos semelhantes aos da ioga, que aquecem, aumentam a flexibilidade e deixam o corpo preparado para pegar pesado. Leia também: Alongar e aquecer para ganhar flexibilidade, força e amplitude de movimentos
6. Treinos de musculação não deixam a mulher com corpo de fisiculturista. “Ouço muita garota dizer que não treina musculação porque não quer ficar forte igual a um homem. Isso não vai acontecer, a não ser que você queira. Os treinos de musculação podem ter vários objetivos e são montados levando em conta diversas variáveis como intensidade, quantidade de repetições, velocidade das repetições, número de séries, tempo de intervalo entre as séries e quantidade de exercícios para determinada musculatura”, explica o treinador Carlos Henrique Augusto. Leia também: Braços definidos na medida certa
7. Sim, o final de semana pode estragar tudo. Para o treinador Givanildo Matias, os sábados e domingos costumam ser os vilões dos bons resultados. “As pessoas acabam aumentando o consumo de calorias com pizza, churrasco, bebida, doces, massas, além de diminuir o gasto calórico“. Leia também: Você se cuida e não consegue emagrecer?
8. Não, abdominais não diminuem barriga. Esses exercícios, ainda que realizados com ajuda das “máquinas milagrosas”, mobilizam, no momento do exercício, a musculatura do abdome e não a gordura localizada. “Se você espera ter uma barriga chapada, faça exercícios gerais de musculação (abdominais também) e não esqueça os aeróbios, como corrida e caminhada”, diz o treinador Carlos Henrique Augusto. Leia também: Barriga tanquinho depende 80% da alimentação
9. Para queimar gordura o treino precisa ter intensidade. “Pode caminhar o quanto quiser ou até correr longas distâncias, mas o método mais eficiente para queimar gordura é acelerar o ritmo e chegar perto da exaustão, em pequenos intervalos de muita intensidade”, diz o personal da Movimente-se. Leia também: Intensidade pode definir queima de calorias após exercício
10. Correr de tênis não necessariamente minimiza o impacto nas articulações. “O calçado de corrida pode muitas vezes provoca um tipo de pisada com o calcanhar que acaba gerando mais impacto no corpo. Muita gente tem experimentado a correr descalço ou com calçados minimalistas, do tipo Five Fingers, que levam a uma pisada frontal, menos impactante ao corpo”, explica o personal Carlos Klein.
11. Disciplina é fundamental para ter resultados. A atividade física deve estar inserida na agenda de quem realmente busca resposta aos exercícios. “Durante a semana vários obstáculos aparecem, mas você nunca deve perder o foco. Comprometa-se com o que pode cumprir e siga a risca”, sugere o diretor da Test Trainer. Leia também: Persistência é a chave para perder peso e se manter assim
 12. É preciso mudar o estilo de vida e mexer na causa do problema. Quem realmente pretende ter uma vida saudável e um bom resultado estético não pode se limitar apenas ao momento da atividade física. “AlgumaS pessoas saem da academia e têm coragem de pegar um elevador para subir apenas um lance de escada ou tirar o carro da garagem para ir à esquina comprar pão. Mexa-se e cuide-se o dia todo”, orienta Matias
Fonte: Yara Achôa / iG
 

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Dezembro de 2012: o fim do mundo está próximo?

O fim do mundo se aproxima? Será que a humanidade já tem dia marcado para deixar de existir? De acordo com escritos deixados pelos Maias, o planeta Terra tem cinco ciclos, de 5.125 anos cada um. No dia 21 de dezembro de 2012, exatamente daqui a um ano, é o final deste quinto ciclo. Muito se fala a respeito do que pode acontecer. Sobre a teoria, o que vem sendo falado por muitos é de que seria o fim do mundo. Filmes já entraram na onda da profecia, como o da foto acima do filme "2012". Nas redes sociais, o tema é sempre recorrente.
A teoria de 2012 divide opiniões. Muitas partem das diferentes interpretações dos relatos maias em si. Mas o que seria esse fim exatamente ainda é uma incógnita, que causa certa euforia. Há quem ache que haverá a inversão dos polos terrestres, causando terremotos e tsunamis, deslocando os continentes de sua posição atual. Outros dizem que as grandes catástrofes ocorrerão depois que um meteoro ou astro passar perto da Terra. A grande maioria, porém, não dá créditos para o assunto.
Para alguns populares, o fim do mundo não é real. O programador William Vale afirma que se o homem atual, com toda a tecnologia disponível, não conseguiu desvendar o futuro, seria impossível os Maias o terem feito em sua época. O analista de sistema Elter Souza, de 26 anos, também afirma que não acredita que seja o fim do mundo, pois como os próprios Maias disseram que outros ciclos já haviam sido completados, este é só mais um que se finaliza.
O fim do mundo já foi tema até de minissérie, exibida pela "TV Globo" em 1996, que levava exatamente este nome. Músicas também já abordaram o tema, questionando o que cada um faria se só lhes restassem um dia. O próprio mito de 2012 se tornou famoso após um filme hollywoodiano que contava como seria o fim, recheado de catástrofes naturais, nas quais somente quem tivesse dinheiro e se preparado para entrar em um refúgio sobreviveria.
De acordo com o doutor em História das Religiões, Edgard Leite, grande parte do que se fala sobre o fim do mundo em 2012 "se deve à credibilidade fiel que é dada por parte da população a partir da divulgação de filmes que sensacionalizam a teoria, quase transformando em uma lenda urbana". De acordo com ele, não há necessariamente uma má interpretação do que realmente a teoria diz, mas uma não procura dos populares sobre o que realmente diz a teoria. Edgard diz que ainda não há a comprovação da correlação entre o nosso calendário e o calendário Maia.
Há quem associe as grandes catástrofes naturais, que estão se tornando mais comuns, como comprovação de que o planeta está próximo do fim. "A possibilidade de grandes terremotos, evidentemente, existe sempre, e ainda não descobrimos meios de prevê-los, mas nenhum deles, por mais violento que seja, implicará em um final dos tempos em 2012", afirmou Edgar ao SRZD. Ele ainda diz que as diversas teorias criadas sobre o temido fim são atribuídas à fragilidade humana.
O professor de Sociologia e Filosofia, Rafael Barreto, explica que as religiões, além de buscarem respostas para a morte, vêm com o propósito de nos religar a algo que foi perdido anteriormente, o que seria o nosso fim. "O fim da humanidade é se religar, se conectar à sua origem, o que é a base de sua existência", disse ao SRZD. Para Rafael a teoria também é falha, pois nem mesmo os Maias conseguiram controlar seu próprio futuro.
 
A verdade é que enquanto o dia 21 de dezembro de 2012 não chega, o assunto continuará repercutindo. Nas redes sociais há diversos debates sobre o assunto, entre pessoas que acreditam e as que não creem. Há sites que já fazem a contagem regressiva para o nosso fim, contando dias e até segundos, além de acompanhar tudo o que acontece no mundo. Já há até quem já pense no que fará no último dia. O estudante Alan Muniz, de 24 anos afirma: "Eu vou fazer de tudo para sobreviver. Se for para morrer que seja tentando".
 
Por Lilian Neto